domingo, 10 de abril de 2011

Sonhos :$

Por que é que condenamos os nossos próprios sonhos? Por que é que os condicionamos neste nosso medo de arriscar? Por que é que desistimos deles logo na primeira derrota? Eles são assim tão pequenos e insignificantes que não merecem a nossa luta? Ou são assim tão grandes que se tornam impossíveis?... É verdade que nem tudo aquilo por que sonhamos todas as noites, pode tornar-se na nossa realidade. Eu tenho tentado, todas as noites, fechar os olhos, fechar os punhos e, com muita, muita força, pedir que o meu sonho se torne realidade. O meu sonho não é apenas um. O meu sonho é grande, sim que pode até ser impossível, mas é por essa mesma razão que eu não o considero pequeno ou não merecedor de toda a minha luta. Mesmo que no fundo eu saiba que o mais provável é que eu nunca sinta o meu sonho tornado na minha realidade, mas eu prefiro ser derrotada pelo cansaço de tentar (e, talvez, nunca conseguir), do que pela fraqueza de nunca ter tentado e desistir, assim... A vida não são dois dias, a vida são os dias que o destino nos tiver reservado, e eu vou aproveitar os meus. Vou pintá-los da cor que eu quero, vou decorá-los com os meus enfeites predilectos, vou contorná-la a marcador, e vou pôr sempre, como primeiro objectivo e ambição, o meu sonho. Porque é para isso que cada um de nós vive. Se alguém vive sem uma ambição, então, de que é que a pulsação serve? Eu tenho o meu sonho, e eu vivo a minha vida. Eu tenho um objectivo. Eu tenho uma ambição.

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